quarta-feira, 1 de junho de 2011

dia da criança

UNICEF- Report Card 9 - As crianças que ficam para trás

As crianças que ficam à margem: a pobreza em Portugal

de Quino: Mafalda e o mundo - clicar na imagem para ampliar

Um novo relatório da UNICEF acerca das desigualdades para as crianças em 24 países industrializados revela que a pobreza de rendimento é particularmente gravosa para as crianças em Portugal, que se ocupa a última posição numa tabela comparativa entre países com características semelhantes. Embora a pobreza de rendimento não seja o único factor que determina o estatuto sócio-económico de uma família, é sem dúvida o que mais contribui para as desigualdades.

A UNICEF Portugal “Apela ao governo para que o combate à pobreza infantil eja um elemento central das estratégias e políticas nacionais de luta contra a pobreza, de modo a assegurar que o bem-estar das crianças constitui uma prioridade em todas as áreas da governação”, declarou Madalena Marçal Grilo, Directora Executiva. “As crianças que vivem na pobreza não devem pagar o preço da redução do défice e devem ser as primeiras a ser protegidas. ”

Os custos mais pesados da desigualdade recaem sobre as próprias crianças, que, de modo algum, podem ser responsabilizadas pela situação, mas as suas consequências reflectem-se também a médio e longo prazo na sociedade, na economia e na coesão social.

O Report Card 9 “As crianças que ficam para trás” utiliza um novo método que consiste em medir o fosso que separa as crianças mais desfavorecidas e a criança que se encontra no nível mediano em termos do bem-estar material, educacional e de saúde.

“O facto de alguns países da OCDE terem um melhor desempenho do que outros mostra que o padrão de desigualdade pode ser alterado, e que se a exclusão for identificada num estado inicial podem ser tomadas medidas para prevenir o seu agravamento. A variação de desempenho entre países apresentada no relatório demonstra que é realista e possível melhorar”, diz o relatório.

.

o que é a UNICEF ?

A UNICEF é uma agência das Nações Unidas que tem como objectivo promover a defesa dos direitos das crianças, ajudar a dar resposta às suas necessidades básicas e contribuir para o seu pleno desenvolvimento.

A UNICEF rege-se pela Convenção sobre os Direitos da Criança*, e trabalha para que esses direitos se convertam em princípios éticos permanentes e em códigos de conduta internacionais para as crianças.

O que faz?

A UNICEF é a única organização mundial que se dedica especificamente às crianças. Em termos genéricos, trabalha com os governos nacionais e organizações locais em programas de desenvolvimento a longo prazo nos sectores da saúde, educação, nutrição, água e saneamento e também em situações de emergência para defender as crianças vítimas de guerras e outras catástrofes. Actualmente, trabalha em 158 países de todo o mundo.
.

* adoptada pela Assembleia Geral nas Nações Unidas em 20 de Novembro de 1989 e ratificada por Portugal em 21 de Setembro de 1990. - ver aqui

dia da escola 3 - ginástica e dança




.



.
 

*



*




 
*
.


.

consertos

.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Dia da Escola 2

do Inglês, ESAG's got talent ..

o júri


a assistência


a mestria do Zé (12.º) tocando Pink Floyd


um rapper (?) fantástico
.

da Educação Física, os ginastas: trampolins







sexta-feira, 27 de maio de 2011

dia da escola - 1: as fotos

começando pelas conferências ..
.

slogans do Maio 68: esperando a psicóloga convidada
.
da AMI

.
passando à gastronomia:

mostra do Curso Profissional de Turismo



mostra 'ambulante' do 11.ºD, com a professora de francês

ainda as Línguas Estrangeiras: 11.ºD c/ a prof. de inglês


 as exposições:

inglês - portefólios 12.º 

cartões de natal

trabalhos dos alunos: inglês e francês





da Filosofia e Psicologia


da História e do 25 de Abril 1974
.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

profissões tradicionais revisitadas

texto enviado pela professora Nazaré Cunha:

19 de Maio foi a data escolhida para a realização dos Projectos de Aptidão Profissional de duas alunas do 12º E do Curso de Técnico de Turismo. Com o título “História Viva de Almada” recrearam-se antigas profissões da nossa cidade que já não integram o imaginário dos mais novos mas permanecem símbolos de uma época : o corticeiro, a lavadeira, o aguadeiro, a leiteira, o boticário, entre outros, foram apenas algumas representações vivas que pudemos recordar e apreciar.

Actividade inicialmente concebida para ser concretizada no Jardim do Castelo, em Almada, foi com expectativa que se aguardou a desejada autorização da Câmara, contactada em 2 de Fevereiro; na falta de resposta, procurou-se um espaço alternativo para apresentação destes projectos que trouxeram até nós memórias de outros tempos…

*
enquanto não chegam as fotos ... um blogue com imagens de antigas profissões de Portugal:


.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

lição de cidadania

No país mais feliz do mundo, os impostos são elevados, mas .. toda a gente tem a consciência de que os deve - e quer! - pagar: «Se um dia quiserem baixar os impostos», diz uma contribuinte, «eu direi: tudo bem, mas só se o estado garantir que continua a ajudar aqueles que não têm nada!». Nem mais!!

e agora é só responder a umas perguntinhas antes de ver o vídeo:
  1. estará Portugal no topo da lista? - entre os 10 primeiros?
  2. se (incrivelmente) esse não for o caso, que lugar acham que
respostas ao fundo, e sem comentários ......



Portugal ocupa a 92ª posição no conjunto dos 178 países avaliados neste estudo
.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

pela sua saúde ..

 .
       o perfeito sistema cardio-vascular leva 
  • 9 meses a ser construído
  • toda uma vida a ser destruído ...
***
... mas não inevitavelmente!
***
veja como prevenir-se :    AQUI
.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O Ensino Passado a Limpo

in Educare - aqui 
Entrevista ao Professor Santana Castilho

“Impuseram, à bruta, um sistema de classificação inqualificável”
Sara R. Oliveira | 2011-05-11
Partilhar:

O professor Santana Castilho critica, sem rodeios, o estado da Educação no seu novo livro. A obra é lançada amanhã e, entre muitos assuntos, aborda a perda de autoridade dos professores e revela que 27% dos pacientes dos psiquiatras são docentes.
Santana Castilho, professor de Organização e Gestão do Ensino, vai direto ao assunto. Na sua opinião, a sociedade tem vindo, gradualmente, "a perder a noção que o sistema de educação serve pessoas". As suas ideias são apresentadas no livro O Ensino Passado a Limpo - Um sistema de ensino para Portugal e para os portugueses, editado pela Porto Editora e lançado amanhã. Uma crítica dura ao estado da educação no nosso país.

"Os professores perderam o poder porque se endeusaram políticas de falsa promoção de sucesso escolar, afogando-os em burocracias sem sentido, impeditivas do cumprimento da sua missão nobre: ensinar", refere nesta entrevista, sustentando que há uma crise de autoridade na escola.

O facilitismo e a indisciplina são, na sua perspetiva, os grandes problemas do Ministério da Educação. Aponta o dedo ao fabrico de resultados estatísticos imediatos, garante que tudo falhará se se continuar a reformar por decreto e defende a autonomia das escolas e a extinção das direções regionais de educação. "A vida dos docentes está submersa por papéis, processos, reuniões e práticas administrativas sem sentido, inúteis, ineficazes e doentiamente kafkianas", avisa no seu livro. E mais: os professores portugueses trabalham, em média, mais 83 horas por ano do que os colegas da OCDE.

"A síntese do que me preocupa é o próprio livro. Mas, se quiser uma síntese da síntese, dir-lhe-ei: temos, gradualmente, vindo a perder a noção que o sistema de educação serve pessoas."

A educação é um direito. Refere que é um "disparate" ter os portugueses na escola até aos 18 anos e está cansado das iniciativas que garantem os direitos das minorias prevaricadoras e não das maiorias cumpridoras. Em seu entender, é preciso alterar o modelo de gestão das escolas, auditar a atividade da Parque Escolar, debater publicamente os programas escolares e recuperar os exames nacionais a todas as disciplinas. "A educação nacional foi, nos últimos seis anos, governada por snipers da portaria e do despacho, que usurparam a democraticidade e destruíram a cooperação", escreve na sua obra.

Um livro que desmonta várias situações e que aponta caminhos que podem ser escutados e integrados numa nova política educativa. O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, assina o prefácio. "Aqui se procura, com grande pragmatismo mas sem perda de um sólido quadro de referência programática, apontar orientações e soluções suscetíveis de serem incorporadas num programa de ação política governativa", sublinha o social-democrata.

"Os professores perderam o poder porque políticos demagógicos se esqueceram que o direito à educação é indissociável do dever de estudar e trabalhar, missão do aluno."

EDUCARE.PT: Refere, no seu livro, que há uma crise de autoridade na escola. Os professores perderam o "poder" que tinham? Alterar o Estatuto do Aluno poderá ser uma forma de recuperar o "respeito"?
Santana Castilho: Os professores perderam o poder porque foram sistematicamente vilipendiados e apontados como responsáveis pelos erros dos políticos. Os professores perderam o poder porque se endeusaram políticas de falsa promoção de sucesso escolar, afogando-os em burocracias sem sentido, impeditivas do cumprimento da sua missão nobre: ensinar.

Os professores perderam o poder porque quiseram, mal, que eles substituíssem a responsabilidade primeira dos pais: fornecerem aos filhos regras de conduta civilizada, sem as quais nenhuma escola funciona, por melhores que sejam os professores. Os professores perderam o poder porque políticos demagógicos se esqueceram que o direito à educação é indissociável do dever de estudar e trabalhar, missão do aluno. Neste contexto, a alteração do Estatuto do Aluno ajudará a trazer uma nova ordem à escola. Mas é apenas um aspeto de um trabalho pesado, que pesa sobre o próximo Governo. O Estado tem vivido em licença sabática, ocupado a servir a sua corte. Há que acordá-lo para que sirva todo o país e todos os portugueses, a sua missão, afinal.

"Não sou contra a avaliação, desde que seja exequível e contribua para melhorar a qualidade do sistema de ensino e a qualidade do desempenho dos professores."

E: Critica duramente o modelo de avaliação, referindo que é "tecnicamente uma nulidade e politicamente um desastre". Contra a avaliação ou a favor de um outro método avaliativo?
SC: A avaliação é uma coisa distinta da classificação. Um primeiro-ministro e uma ministra da Educação ignorantes e que odiaram os professores confundiram os dois conceitos e impuseram, à bruta, um sistema de classificação inqualificável.

Não sou contra a avaliação, desde que seja exequível e contribua para melhorar a qualidade do sistema de ensino e a qualidade do desempenho dos professores. Qualquer inteligência média compreende isto. Infelizmente, muitos políticos e comentadores não compreenderam e continuam a não compreender.

E: Sustenta que tudo falhará se se insistir em reformar por decreto e defende a autonomia das escolas. Neste sentido, qual seria o papel do Ministério da Educação?
SC: Definir as políticas, garantir a qualidade do sistema de ensino (e o que se entende por qualidade também tem de ser definido), zelar pela eficiência do sistema (porque o dinheiro dos contribuintes tem de ser bem gasto e com resultados), supervisionar e apoiar construtivamente as escolas e os professores no seu exercício profissional autónomo.

E: Avaliar as atividades da tutela é uma das medidas que propõe no seu livro. Desconfiado com a atuação do Ministério?
SC: Como em qualquer sistema, quem dirige é o primeiro interessado em ter elementos constantes que permitam corrigir rotas mal traçadas. Um Ministério da Educação não é um califado a que se deva obediência cega, ou um papado infalível. Não é uma questão de desconfiança. É uma questão de mudança de paradigma. Auscultar o que os portugueses pensam da aplicação das políticas delineadas pelo Ministério da Educação parece-me ser um belo começo para que professores, pais e alunos se sintam cada vez mais como entidade coesa.

Utopia? Talvez! Mas um grande Professor (a maiúscula é intencional), que também foi poeta, ensinou-nos, há muito, que o sonho comanda a vida.

E: Escreve que o facilitismo e a indisciplina são os problemas maiores do Ministério da Educação. Em que se refletem esses problemas?
SC: Na falta de seriedade do sistema de ensino, na ausência de condições de base para que os professores possam trabalhar e na falta de futuro dos nossos filhos e netos.

"Defendo, como sabe, a ampla autonomia das escolas e a responsabilização plena dos seus agentes pela respetiva missão."

E: O que se ganharia com a extinção das direções regionais de educação, como sugere?
SC: O que se ganha quando se removem excrescências moles, que de nada servem a não ser complicar o normal funcionamento do sistema. Defendo, como sabe, a ampla autonomia das escolas e a responsabilização plena dos seus agentes pela respetiva missão. Neste quadro, ter uma corte de burocratas de serviço, que são meras correias de transmissão de um poder centralizado, que também combato, seria impensável. Tanto mais que consomem uma boa maquia dos impostos dos portugueses.

E: Estamos perante um sistema de ensino que não funciona? Diz que copiar modelos do estrangeiro nem sempre resulta...
SC: Não resulta nunca. Temos a nossa cultura e os nossos problemas específicos.

E: Por que razão afirma que é um "disparate" ter os portugueses na escola até aos 18 anos?
SC: Como pai, não aceito que o Estado decida por mim e pelos meus filhos a educação que eles prosseguem. Como cidadão, quero liberdade para trabalhar aos 16 anos, como, aliás, o próprio Código do Trabalho consigna. Deve o Estado garantir a todos que queiram e tenham capacidade para tal, sublinhe-se, a prossecução de estudos, sem entraves. Mas não deve o Estado impor a escola a quem já pode ser responsabilizado por crime, sabe o que faz e quer ir trabalhar. Porque, ao invés de ser compulsiva, a educação deve ser tida como um direito. Chega de Estado que diz proteger-nos de tudo menos dele próprio.

Ao argumento anterior, que é teórico, acrescem outros, de natureza prática. Os nove anos de ensino obrigatório, aprovados em 1986, demoraram 10 anos a transpor para a prática efetiva. Ainda hoje não são cumpridos na íntegra. Manter na escola, à força e à pressa, quem lá não quer estar ou não tem capacidade para prosseguir estudos, acrescentará mais violência e mais indisciplina a um ambiente que já é grave. Tal medida, a não colher o primeiro argumento, pressuporia uma preparação, que não foi feita, para receber os estimados 30 000 novos alunos. Pressuporia uma reformulação completa dos objetivos e das vias do ensino secundário, principalmente quanto ao ensino profissional que, como está, é um logro. Pressuporia a efetiva gratuitidade do ensino, que está longe de estar cumprida no quadro dos nove anos até há pouco vigentes.

Se uma das causas do atual abandono, que se aproxima dos 36%, radica nesta variável, alguém de bom senso antecipa que a sociedade, com dois milhões de pobres e dois milhões de assistidos, mais de meio milhão de desempregados e magro PIB, pague para ficar com os filhos 12 anos sentados na escola? Com outros salários, com outro nível de vida, talvez. Assim, obviamente que não! E não me venham com a falácia das bolsas, que um Estado quase falido não vai poder pagar. É só olhar para a história de 2005 a 2011 para perceber que estamos nos antípodas da seriedade e no terreno do mais rudimentar marketing político.

"Porque, ao invés de ser compulsiva, a educação deve ser tida como um direito."

E: Por outro lado, defende que as crianças só devem entrar na escola aos sete anos...
SC: Não defendo, liminarmente. Penso que seria uma boa medida, por acautelar, em termos genéricos, uma outra maturidade à entrada no ensino obrigatório. Proponho que se discuta o tema e se ouçam os especialistas.

E: O debate público dos programas escolares é, na sua opinião, um caminho para que os currículos sejam mais eficazes?
SC: Sim, mas falo de um debate público com organizações qualificadas.

E: Critica a atuação do Governo nos últimos dois mandatos, desconstrói alguns discursos de José Sócrates, coloca em causa a amostra utilizada no PISA, refere que se protege mais a minorias prevaricadoras do que as maiorias cumpridoras, revela que 27% dos pacientes dos psiquiatras são professores. O que mais o preocupa neste mundo da educação?
SC: A síntese do que me preocupa é o próprio livro. Mas, se quiser uma síntese da síntese, dir-lhe-ei: temos, gradualmente, vindo a perder a noção que o sistema de educação serve pessoas.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

amanhã: greve da função pública

A paralisação nacional, marcada para 6 de Maio pela Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública (afecta à CGTP) “em defesa dos serviços públicos”, abrange a administração central, ministérios, escolas, hospitais, serviços da Segurança Social, autarquias, tribunais e sociedades anónimas, mas deixa de fora as empresas do sector empresarial do Estado, o que quer dizer não haverá paralisações dos trabalhadores da CP, da Refer ou da Metro de Lisboa e da Metro do Porto.


ler notícia completa aqui

Maio, o mês do coração

do sítio da Fundação Portuguesa de Cardiologia (aqui) :

Dia/Mês
Programa
Local
3 Maio a
21 Maio
·         PEDITÓRIO NACIONAL
NACIONAL
5 e 6 Maio
COIMBRA - QUINTA DAS LÁGRIMAS
12 Maio a
14 Maio
LISBOA - ESTÁDIO UNIVERSITÁRIO
27 Maio
·         JANTAR DE BENEMERÊNCIA

LISBOA

flash - notícias

Fonte: PÚBLICO online

1.
Troika diz que pedir ajuda mais cedo poderia ter suavizado medidas
Se o país tivesse pedido ajuda há mais tempo talvez alguns aspectos do programa de ajustamento tivessem sido mais brandos, diz Jürgen Kröger, o responsável da Comissão Europeia. - ler mais

Troika (russo:тройка) é a palavra russa que designa um comité de três membros. A origem do termo vem da "troika" que em russo significa um carro conduzido por três cavalos alinhados lado a lado, ou mais frequentemente, um trenó puxado por cavalos. Em política, a palavra troika designa uma aliança de três personagens do mesmo nível e poder que se reúnem em um esforço único para a gestão de uma entidade ou para completar uma missão, como o triunvirato histórico de Roma.  - fonte

2.
Presidente do BPI diz estar agradecido a todoa aqueles que levaram a que o Governo caísse
Ajuda Externa: Fernando Ulrich diz que acordo é “um final feliz” e “muito melhor que PEC IV” - ler mais

3.
Alice Vieira fala sobre o seu último livro: “O Livro da Avó Alice” - ver vídeo

4.
Recorde de 271 bandeiras azuis em praias portuguesas neste ano - ler mais


.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Tese conclui que professores não se conseguem desligar do seu trabalho

 .
TSF, 3 de Maio, às 00:49
- ouvir aqui

Os professores portugueses não se conseguem desligar do trabalho nem durante o fim-de-semana, concluiu um estudo feito no âmbito de uma tese de doutoramento de uma docente de comportamento organizacional do Instituto Superior de Engenharia do Porto. A TSF falou com Maria Alexandra Costa, autora desta tese.

 *
na imagem, o pensador, de Auguste Rodin - só porque .. notícias destas deveriam dar que pensar...
.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

uma escola de sucesso(s)

 do relatório de avaliação externa a que a ESAG foi sujeita:


V – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste capítulo, apresenta-se uma selecção dos atributos da Escola Secundária de António Gedeão, Almada (pontos fortes e fracos) e das condições de desenvolvimento da sua actividade (oportunidades e constrangimentos). A equipa de avaliação externa entende que esta selecção identifica os aspectos estratégicos que caracterizam a escola e define as áreas onde devem incidir os seus esforços de melhoria.
Os tópicos aqui identificados foram objecto de uma abordagem mais detalhada ao longo deste relatório.

.
Pontos fortes
  • Participação organizada dos estudantes na vida da Escola, com impacto positivo na prestação do serviço educativo;
  • Gabinete de Prevenção da Indisciplina, promotor de actuações articuladas, nomeadamente entre docentes, assistentes operacionais e Associação de Estudantes;
  • Dinâmica de trabalho colaborativo na concepção e aplicação das planificações, bem como na ligação aos projectos e actividades da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos;
  • Tempos comuns definidos nos horários dos professores, facilitadores do trabalho conjunto ao nível da didáctica e da avaliação de cada disciplina;
  • Bom clima educativo, facilitador das aprendizagens, que transparece nas relações interpessoais, assim como no profissionalismo de todos os trabalhadores, sendo evidentes a cultura de Escola e o sentimento de unidade;
  • O Director, a presidente do Conselho Geral e os outros órgãos de gestão e estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, que evidenciam grande motivação e desenvolvem a sua acção de forma activa e empenhada;
  • Parcerias e protocolos com entidades públicas e privadas, tendo em vista a melhoria da prestação do serviço educativo, o que a comunidade reconhece.
.
Pontos fracos
  • Persistência de alguns problemas de natureza disciplinar e comportamental;
  • Critérios de avaliação, que não contemplam, em todas as disciplinas, a transversalidade de competências em língua portuguesa, cidadania e linguagem científica e tecnológica;
  • Ineficácia das medidas educativas adoptadas, para melhorar o sucesso dos alunos com planos de acompanhamento;
  • Ausência de interligação entre os documentos de gestão, o que limita actuações educativas concertadas.

Oportunidade
  • Celebração de parceria com a Associação Social de Desenvolvimento do Laranjeiro, de forma a poder usufruir de recursos humanos especializados, para colaborar na resposta educativa aos alunos com necessidades educativas especiais.

Constrangimentos
  • Inexistência de um docente de Educação Especial, para colaborar nas actividades desenvolvidas com os alunos com necessidades educativas especiais;
  • Estado de degradação de alguns pavilhões pré-fabricados, o que dificulta a acção educativa.


A Equipa de Avaliação Externa:
António Frade, António Soares, Paulo Cruz.

quarta-feira, 30 de março de 2011

ESAG, avaliação externa

um excerto do relatório:

IV – AVALIAÇÃO POR FACTOR
1. Resultados
1.1 Sucesso académico
Pela análise dos resultados disponibilizados pela Escola, referentes ao triénio 2007-2008 a 2009-2010, constata-se que a taxa de sucesso relativa ao 3.º ciclo decresce ao longo do período, com valores de 88,5%, 83,1% e 80,7%, situando-se acima da média nacional no primeiro ano e abaixo da mesma nos seguintes (85,3%, 85,1%, 85,2%). 

Já nos cursos de educação e formação (CEF), a taxa de sucesso registou valores de 73,3%, em 2007-2008, para o Tipo 1 e, para o Tipo 2, de 92,3% e 76,9%, respectivamente, em 2008-2009 e 2009-2010. Para o Tipo 3, as taxas foram, no triénio, de 94,7%, 94,4% e 100%. 

A taxa de exclusão por faltas passou de 14,3% em 2007-2008, para 5,9% , em 2008-2009, registando um valor nulo em 2009-2010. 

Nos exames nacionais do 9.º ano, os resultados obtidos em Língua Portuguesa situaram-se acima dos valores nacionais em 2008 (+0,1) e igualaram-nos nos dois anos seguintes. Em Matemática, situaram-se abaixo dos resultados nacionais, em 2008, (-0,1), acima dos mesmos em 2009 (+0,2) e igualaram-nos em 2010.

No ensino secundário, para os cursos científico-humanísticos, a taxa de sucesso apresenta oscilações, com valores de 82,6%, 88,4% e 79,3%, sempre acima da média nacional (78,5%, 77,6%, 77,0%).

terça-feira, 15 de março de 2011

Futurália

A Futurália é a maior feira de educação e formação que se realiza em Portugal, atraindo todos os anos milhares de jovens.

Se queres descobrir o melhor caminho para a tua carreira profissional, vem descobrir primeiro tudo o que a Futurália tem para ti.


Ciências, como tem sido hábito, estará presente num stand com cerca de 108m2, onde durante os quatro dias de feira haverá muita animação com experiências ao vivo, distribuição de folhetos informativos e esclarecimento de dúvidas sobre os nossos cursos, bem como muitos brindes para todos os que nos visitem.




- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Divulgado por:

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa/FCUL
Faculty of Sciences of the University of Lisbon/FCUL
Campo Grande, 1749-016, Lisboa - Portugal
Unidade de Planeamento e Controlo da Gestão
Núcleo de Controlo de Gestão e Sistemas de Informação
Tel. +351 217 500 000 - Ext: 25302 | 25357

terça-feira, 8 de março de 2011

dia internacional da mulher



O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por "Pão e Paz" - por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial.  Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. 

Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.


PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇO?

Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas.
Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.

Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo. 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Valentine 2

E houve festa no dia 14, conforme anúncio abaixo:



Só o tempo não se portou à altura, e a chuva acabou por estragar a actuação dos artistas: depois da violas do s'tor Milho..


e do Zé (12.º)..


 as canções de amor:



- a Inês já cantou debaixo de telha, e encantou!


- ficaram de fora as danças que, por imperativos de tempo - e do tempo - terão de esperar por outras abertas. Fica a foto das várias participantes, para que conste :)


um toque de bom humor nas coloridas fatiotas das artistas do 11.º D:

Valentine 1

Este ano, a Filosofia associou-se a Inglês na celebração desta tradição anglo-saxónica e os trabalhos dos alunos coloriram as paredes do pavilhão principal.

(as fotos seguem dentro em pouco..)