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quinta-feira, 7 de abril de 2011

uma escola de sucesso(s)

 do relatório de avaliação externa a que a ESAG foi sujeita:


V – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste capítulo, apresenta-se uma selecção dos atributos da Escola Secundária de António Gedeão, Almada (pontos fortes e fracos) e das condições de desenvolvimento da sua actividade (oportunidades e constrangimentos). A equipa de avaliação externa entende que esta selecção identifica os aspectos estratégicos que caracterizam a escola e define as áreas onde devem incidir os seus esforços de melhoria.
Os tópicos aqui identificados foram objecto de uma abordagem mais detalhada ao longo deste relatório.

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Pontos fortes
  • Participação organizada dos estudantes na vida da Escola, com impacto positivo na prestação do serviço educativo;
  • Gabinete de Prevenção da Indisciplina, promotor de actuações articuladas, nomeadamente entre docentes, assistentes operacionais e Associação de Estudantes;
  • Dinâmica de trabalho colaborativo na concepção e aplicação das planificações, bem como na ligação aos projectos e actividades da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos;
  • Tempos comuns definidos nos horários dos professores, facilitadores do trabalho conjunto ao nível da didáctica e da avaliação de cada disciplina;
  • Bom clima educativo, facilitador das aprendizagens, que transparece nas relações interpessoais, assim como no profissionalismo de todos os trabalhadores, sendo evidentes a cultura de Escola e o sentimento de unidade;
  • O Director, a presidente do Conselho Geral e os outros órgãos de gestão e estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, que evidenciam grande motivação e desenvolvem a sua acção de forma activa e empenhada;
  • Parcerias e protocolos com entidades públicas e privadas, tendo em vista a melhoria da prestação do serviço educativo, o que a comunidade reconhece.
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Pontos fracos
  • Persistência de alguns problemas de natureza disciplinar e comportamental;
  • Critérios de avaliação, que não contemplam, em todas as disciplinas, a transversalidade de competências em língua portuguesa, cidadania e linguagem científica e tecnológica;
  • Ineficácia das medidas educativas adoptadas, para melhorar o sucesso dos alunos com planos de acompanhamento;
  • Ausência de interligação entre os documentos de gestão, o que limita actuações educativas concertadas.

Oportunidade
  • Celebração de parceria com a Associação Social de Desenvolvimento do Laranjeiro, de forma a poder usufruir de recursos humanos especializados, para colaborar na resposta educativa aos alunos com necessidades educativas especiais.

Constrangimentos
  • Inexistência de um docente de Educação Especial, para colaborar nas actividades desenvolvidas com os alunos com necessidades educativas especiais;
  • Estado de degradação de alguns pavilhões pré-fabricados, o que dificulta a acção educativa.


A Equipa de Avaliação Externa:
António Frade, António Soares, Paulo Cruz.

quarta-feira, 30 de março de 2011

ESAG, avaliação externa

um excerto do relatório:

IV – AVALIAÇÃO POR FACTOR
1. Resultados
1.1 Sucesso académico
Pela análise dos resultados disponibilizados pela Escola, referentes ao triénio 2007-2008 a 2009-2010, constata-se que a taxa de sucesso relativa ao 3.º ciclo decresce ao longo do período, com valores de 88,5%, 83,1% e 80,7%, situando-se acima da média nacional no primeiro ano e abaixo da mesma nos seguintes (85,3%, 85,1%, 85,2%). 

Já nos cursos de educação e formação (CEF), a taxa de sucesso registou valores de 73,3%, em 2007-2008, para o Tipo 1 e, para o Tipo 2, de 92,3% e 76,9%, respectivamente, em 2008-2009 e 2009-2010. Para o Tipo 3, as taxas foram, no triénio, de 94,7%, 94,4% e 100%. 

A taxa de exclusão por faltas passou de 14,3% em 2007-2008, para 5,9% , em 2008-2009, registando um valor nulo em 2009-2010. 

Nos exames nacionais do 9.º ano, os resultados obtidos em Língua Portuguesa situaram-se acima dos valores nacionais em 2008 (+0,1) e igualaram-nos nos dois anos seguintes. Em Matemática, situaram-se abaixo dos resultados nacionais, em 2008, (-0,1), acima dos mesmos em 2009 (+0,2) e igualaram-nos em 2010.

No ensino secundário, para os cursos científico-humanísticos, a taxa de sucesso apresenta oscilações, com valores de 82,6%, 88,4% e 79,3%, sempre acima da média nacional (78,5%, 77,6%, 77,0%).